22 de abril de 2011

Symfonia

Logo no final de 2010, quando saíram as primeiras notícias de que Timo Tolkki estava formando uma nova banda, e que tinha chamado nada mais nada menos do que Andre Matos para os vocais, o mundo do Metal entrou em alarde, visto a qualidade da dupla. Em seguida, o que era bom ficou ainda melhor, já que mais monstros do estilo, ex-membros de grandes bandas do Power Metal, confirmaram suas participações nesse novo projeto. E finalmente, em dezembro do ano passado, Timo Tolkki (ex-Stratovarius/Revolution Renaissance), Andre Matos (ex-Angra/Viper/Shaman), Jari Kainulainen (ex-Stratovarius-Evergrey), Mikko Härkin (ex-Sonata Arctica, Cain's Offering) e Uli Kusch (ex-Helloween/Masterplan) entraram em estúdio para gravar o debut do Symfonia.



A qualidade técnica do grupo é algo que dificilmente será alcançada por outra banda do gênero. Todos estão entre os maiores instrumentistas do mundo, porém, faltou um pouco de capricho.

Pelo line up, imagina-se um som bem melódico, regado a  teclados com vocais agudos e cozinha extremamente veloz. E é justamente isso o que se trata. Mas convenhamos, inovar sempre é bom.
O albúm e excelente, mas faltou inovação. Para quem já escutou Sonata Arctica e Stratovarius, não vai achar nada de tão diferente, faltou identidade a banda, tipo você escutar e falar isso é Symfonia.
Pra aqueles que são fãs de Andre Matos, vai também se decepcionar com as linhas de vocais extremamente sem criatividade e chatas, se tornando algumas vezes melados demais e enjoativo. Tecnicamente é perfeito não pode se negar, mas sem vida.

Pra fãs de Power Metal vale a pena dar uma escutada pelos ótimos músicos que a banda tem, mas não espere nenhuma música que vai mudar sua vida e ser lembrada por muito tempo.

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