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| Splatterhouse, 1988. |
Poucos são os jogos que conseguem te deixar com “gosto de sangue na boca”, mas Splatterhouse vai muito além de um simples derramamento de sangue.
A franquia beat'em up é produzida e distribuída pela Nanco desde o primeiro jogo, vindo do longínquo ano de 1988 onde foi lançado para o TurboGrafx-16. Mais tarde vieram Splatterhouse 2, de 1992 e Splatterhouse 3, de 1993.Não joguei nenhum dos 3 (essa época ainda estava aprendendo a andar...), então vou me ater apenas ao remake lançado no final de 2010 para Xbox 360.
Sangue, muito sangue, se você gosta de jogos em que jorra sangue na tela (\o/ Ninja Gaiden 2 \o/), a diversão é garantida, desmembramentos, decapitações, empalamentos, estrangulamentos, esmagamentos e etc.
Spoiler Alert!
A história começa com Rick e Jennifer indo até a mansão (chamada de Splatterhouse) do doutor Dr. West(vilão) com o objetivo de entrevista-lo para o jornal do colégio. Mas o Dr. West tinha planos diferentes para a bela e jovem Jennifer, ele a seqüestra com a intenção de sacrificá-la e ressuscitar sua antiga esposa. Rick é ferido mortalmente e não vê outra escolha a não ser aceitar a oferta de “ajuda” da Terror Mask(relíquia maia utilizada em sacrifícios que concede poderes super humanos para quem a usa) para tentar resgatar Jennifer.
O roteiro não é nada brilhante mais empolga e motiva em alguns momentos, as animações gráficas também são bem feitas.
A jogabilidade atrapalha um pouco no começo, mas com 30 minutos de jogo, já é possível dominar grande parte dos comandos. O nível de dificuldade no jogo está bem balanceado.
Os gráficos realmente deixam a desejar, parecem mais de jogos da geração anterior, é sem dúvida, o ponto fraco do jogo (o loading entre uma morte e o reinicio do jogo também).
A trilha sonora, sim, é de altíssimo nível e ajuda bastante quando você esta cercado por dezenas de monstros (aquela hora em que você diz:
Características do jogo:
Utilização de objetos e membros como armas: pedaços de madeira com pregos, canos, tacos de baseball, motosserras, shotgun, braços(incluindo o seu próprio), cabeças, etc. Você pode usar quase tudo como arma.
Upgrades: Sendo um beat’em up, o negócio e socar os botões e distribuir porrada nos monstro com o objetivo de acumular necro energy e realizar upgrades para os seus golpes, armas e vida.
Finalizações: após deixar o inimigo fraco, você pode realizar uma finalização ao agarrá-lo (quicktime button), onde se arrancam ou esmagam membros e órgãos internos(como a violência pode ser tão bela?).
Jennifer photos: durante os modos história e arena, você deve encontrar partes de fotos que Rick tirou de Jennifer(na maioria das fotos Jennifer está seminua e em posições sensuais).
Modo Arena: garante mais algumas boas horas de jogo, é bem simples, sobreviva a ondas e mais ondas de monstros querendo comer o seu fígado, no menor tempo possível.
Estágios em 2D: em algumas partes do jogo, o sistema de câmera muda para o 2D e você joga como se fosse nos jogos anteriores da série, até a musica muda (A nostalgia toma conta da sua mente). Esse modo não garante muito desafio, ficou mais como uma homenagem mesmo.
Para encerrar, digo que Splatterhouse foi um dos jogos mais divertidos que já joguei no Xbox 360. Confesso que gosto bastante de jogos sangrentos, o que pode ter me influenciado a relevar falhas significantes no jogo, mas... o principal motivo de jogar vídeo game não é se divertir e fazer coisas que são proibidas na “vida real”? Se você tem um pensamento parecido com o meu, coloque a sua Terror Mask e pinte o mundo de vermelho.

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