21 de março de 2011
Review - Red Faction: Guerrilla
Produzido pela Volition e distribuído pela THQ, Red Faction: Guerrilla pode ser definido como um “Destruction Sandbox”. Você cumpre vários tipos de missões: resgate de reféns, roubo de veículos, emboscada a comboios e destruição de bases. Conta com um GPS para se posicionar no mapa, além de ter um belo arsenal de armas e veículos de destruição.
O enredo é bem fraco, nada de histórias complexas, surpresas ou reviravoltas. Você controla Alec Mason, um engenheiro de mineração que chega a Marte, com atmosfera bem similar a da Terra (como conseguiram? Pode ser que tenha sido explicado nos predecessores, enfim, não é explicado nesse jogo) para encontrar o seu irmão e tentar fazer sua vida por lá. Marte se torna a maior fonte de recursos minerais da Terra, gerando um conflito entre os interesses das forças da terra e os nativos de marte. A batalha começa quando o irmão de Alec é morto pelas forcas da Terra.
A jogabilidade é muito boa, bem simples e intuitiva, nada de problemas.
Deve-se dar destaque para a física, a fragmentação dos cenários é a melhor que já vi, esse sim é o ponto forte (e talvez único que mereça uma menção honrosa) do jogo.
Os gráficos in game são bem simples, nada de espetacular. Faltou um pouco mais de capricho nas animações.
O jogo até que é bem demorado(e se torna chato bem rapidamente), são muitas missões e após o final você pode fazer as missões que deixou para trás além de contar com algumas extras.
Em suma, se você gosta de jogos de destruição ou "GTAlike", Red Faction: Guerrilla é um prato cheio(de pedaços de concreto, vidros quebrados, vergalhões tortos, etc.), prepare-se para horas de jogatina.
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