O melhor jogo do falecido Dreamcast e também um dos mais caros da história era dirigido por Yu Suzuki que também criou Virtual Fighter. Com certeza um projeto muito ambicioso para a época e até mesmo para os dias atuais. O projeto contaria 16 capítulos em uma produção milionária, que até na época entrou para o livro dos recordes.O primeiro jogo custou 30 milhões de dólares aos cofres da Sega e contava a história de Ryu Hazuki que se deparava com o assassino de seu pai, um homem da mafia chinesa chamado Lan di e com o roubo de um estralho espelho, resumindo o primeiro capítulo da saga.
Me lembro com se fosse ontem quando ví esse jogo, apresentando uma interação incrível com os objetos, cenários e habitantes do jogo. Os gráficos eram absurdos com muitas partes do cenário em 3D e não apenas texturas que davam a impressão de relevo. A jogabilidade trouxe o Quick Time, recurso que hoje se vê muito em outros jogos como em God of War. Com certeza foi uma revolução para a época.Shemmue 2 retrata os acontecimentos do segundo ao sexto capítulo e custou quase 70 milhões. Na segunda aventura, Ryu Hazuki continuava buscando o assassino do seu pai e a outra parte do espelho. O jogo trouxe evoluções do primeiro com um mundo maior e uma história mais abrangente.
Infelizmente a Sega não tem planos para lançar Shemmue 3, devido principalmente às vendas que não foram satisfatórias e também pelo fato da Sega não ser mais a mesma que era antes, se tornando apenas uma empresa normal ou distribuindo jogos de outras empresas como aconteceu com Vanquish e Bayonetta.Uma pena, um jogo que parece ter influenciado vários outros como o atual L.A Noire até o incrível God of War, não acabar o que começou em 2000 no Dreancast, por isso, minha 3º posição vai pra uma das melhores séries de jogos da história.
2º - Eternal Darkness: Sanity's Requiem
Um jogão lançado para o Gamecube que brincava com sua mente como nenhum game já mais fez.
A história era o principal atributo do jogo, contava a maldição da família Roivas com um livro chamado de The Tome of Eternal Darkness, onde 12 pessoas da família tem algum tipo de contato com o livro(não vou dar spoilers para não estragar caso queira jogar). Uma das melhores partes era jogar com 12 personagens diferentes, passando pela época da Inquisição indo para a Segunda Guerra Mundial e chegando aos dias atuais, passando por vários momentos marcantes na história da humanidade.
A história era o principal atributo do jogo, contava a maldição da família Roivas com um livro chamado de The Tome of Eternal Darkness, onde 12 pessoas da família tem algum tipo de contato com o livro(não vou dar spoilers para não estragar caso queira jogar). Uma das melhores partes era jogar com 12 personagens diferentes, passando pela época da Inquisição indo para a Segunda Guerra Mundial e chegando aos dias atuais, passando por vários momentos marcantes na história da humanidade.
Os gráficos não eram os melhores para o Gamecube, talvez por sua produção ter começado no N64 e depois ter migrado para o Gamecube, porém, isso pode ser encarado como uma vantagem, ter uma produção longa de quase 4 anos, serviu para deixar o jogo super polido, não apresentava bugs bizarros e nem gráficos mal trabalhados, apenas um pouco ultrapassados para a época.
A jogabilidade era muito boa, parecendo um pouco com os Resident Evil antigos, o jogo contava com uma barra de saúde, uma de sanidade e outra de magia, que mudava conforme o personagem controlado, por exemplo, a diferença na velocidade dos personagens de acordo com a sua idade.
A diversão era o ponto forte do jogo, pelo menos para aqueles que gostam de levar sustos(kkk), o jogo brincava com você de tal forma que transcendia a TV, exemplo: mosquitos posando na tela e você levanta para afastar eles, mas depois percebia que era apenas um momento de insanidade de seu personagem. Em outro momento, sua TV desligava do nada, isso entre outros sustos bem interessantes, onde meus batimentos cardíacos foram testados constantemente(kkk).
Um dos melhores jogos de terror de todos os tempos, que muita gente deixou passar, talvez por ter sido lançado no Gamecube onde o público era mais infantil e os adultos jogavam mais o Playstation 2, de qualquer forma, o jogo não perde o brilho, teve ótimas notas da imprensa especializada com médias acima de 9 pelo mundo a fora.Uma pena que nessa geração, a Silicon Knigths, produtora do jogo, tenha lançado apenas o jogo Too Human para o XBox 360, que por sinal, teve uma produção milionária de 70 milhões e não teve o resultado esperado, recebendo inúmeras criticas ruins da imprensa e do público.
Espero que a Silicom Kinights sé recupere e na próxima geração lance o Eternal Darkness 2. E que seja ainda mais assustador!
Espero que a Silicom Kinights sé recupere e na próxima geração lance o Eternal Darkness 2. E que seja ainda mais assustador!
1º - Kingdom Hearts
Kingdom Hearts quando anunciado, foi recebido com certo ceticismo pelos jogadores e pela imprensa. O jogo contava com personagens da Square e da Disney no mesmo mundo. Até mesmo dentro da Square, alguns não gostavam da ideia de lançar um jogo para crianças, como o criador da série Final Fantasy (Hironobo Sakagushi), que tinha o Final Fantasy como um jogo maduro com histórias fortes e até mesmo sangue, não acreditando assim, num jogo com apelo mais infantil. Apesar de todas as preocupações, quando foi lançado, todo ceticismo foi por água abaixo. Com direção de Tetsuya Nomura, o jogo estreiou em 2002 e surpreendeu a crítica especializada e os jogadores de todo o mundo com um jogo que beirava a perfeição.
A história começa simples com Sora sendo separado de seus amigos pelas criaturas Heartless e vai tomando grandes proporções no decorrer da aventura com Sora se unindo a Donald e Pateta na incrível aventura(sem mais spoillers!).
Os gráficos eram um primor técnico onde nenhum cabelo ou pedaços da roupa de nenhum personagem vazavam, também contava com efeitos muito bons de luz e bom frame rate, inclusive no Kingdon Hearts 2, conseguiram colocar 1000 personagens na tela ao mesmo tempo sem lentidão nas batalhas. Os personagens tinham tanto os traços do mundo de Final Fantasy(como cabelos espetados por exemplo) quanto traços da Disney(como por exemplo o sapato de Sora que era parecido com o do pateta), uma mistura ideal que era suave e não agredia nenhum fã de Final Fantasy ou da Disney.A jogabilidade era parecida com Zelda, mais voltada para a ação com toques de RPG como evolução de personagens, no 1º Kingdon Hears havia um certo problema com a câmera que era um dos principais pontos fracos do jogo, mas no 2º jogo melhorou bastante.
A parte sonora era outra perfeição, com músicas executadas pela Orquestra Filarmônica do Japão e ainda contava com músicas feitas por estrelas da música POP do Japão, como a música de abertura. Também contava com dublagem de personagens por atores famosos como o caso de Sora que era dublado por Haley Joel Osment(o garoto em Sexto Sentido e I.A, Inteligencia Artificial).
O jogo era muito divertido, mesmo que muitas pessoas achassem estranho ir aos mundos de A Bela e a Fera, Pequena Sereia, Tarzan, Rei Leão, Aladim, Tron, mas a grande graça estava nessa parte, viajar por vários mundos do incrível universo Disney.
A série teve até agora vários spin-off para o portátil da Sony e da Nintendo, mas não uma verdadeira continuação como todo fã espera. Espero uma continuação para a nova geração e inclusive para o novo console da Nintendo o Wii U, quem sabe, unindo também o mundo da Nintendo, o que pra ser sincero acho bem difícil, mas sonhar não custa nada(kkkk). Imaginem Mario, Mickey e personagens de Final Fantasy no mesmo mundo...
Apesar de sofrer algum preconceito por unir mundos tão diferentes, Kingdon Hearts é uma série que veio pra ficar, com excelentes jogos e vendas muito boas que já somam mais de 12 milhões unidades vendidas pelo mundo. Se você é fã de video game e gosta de jogos arte, não se importe com tema do jogo e viaje nesse que é um dos melhores jogos do PlayStation 2, ao lado de Shadow of The Colossus, Metal Gear e Final Fantasy.
A esperança...
Apesar da baixa probabilidade de aparecerem nessa ou na próxima geração, seja por não terem tido grandes vendas como Okami, ou pelo fato das empresa que produziram os jogos não estarem em boas condições financeiras como a Sega e a Silicon Knights, foram grandes jogos que marcaram sua época e até influenciaram outros, deixaram saudades. Mesmo assim, espero com esperança por continuações desses excelentes jogos e que as lamentações finalmente terminem...




0 comentários:
Postar um comentário